Em cada minuto lembrado, a navalha dilascerando...
Recorro as lagrimas para sufocar a dor
Sinto que de nada adianta, sinto-se fraco
E essa ansiedade estava me matando...
Em cada lembrança, agonia
Mãos tremulas me tomavam e meu estado
Nervoso se abalava, cada pulsar desse coração
Me fazia sentir o efeito desse veneno
Em cada palavra proferida, decepção
Sintia-me tomado de tristeza ao ouvi-la
ao ouvir falar nela, dela... E ela se foi, gracas a Deus!
Quem?
A mágoa, a decepção, a angustia... A dor!
E com ela o medo da navalha, a anciedade que me remetia a agonia
e a decepção que sentia...
Percebi que aquilo que tinha vivido era muito
pequeno diante da dura realidade que agora via...
Me peguei olhando pela janela da vida
e entre a delicada curtina de seda que me enfeitava a visão a vi mais frágil, mais simples, mais necessitada de alguém, de companhia...
Ela quem?
A juventude...
Senti...
O que sentiste?
E não foi facil desfazer-me dessa sensação.
Vi no adeus que dei a dor, as mãos do Grande eu sou acenando comigo
me senti mais leve, mais feliz, mais eu, mais fora de perigo...
Coração livre para mim, para ocupar-me de mim mesmo, para amar mais,
Senti o sabor do perdão, tão doce, tão bom, e nessa purificação
O esvair-se do veneno que tomara a tempos atrás
Eu...
Estou livre....Aprendi a perdoar!
A Vivendo e registrando a vida!
Como disse Fernando Pessoa: "Para viver, basta existir".
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
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